Uma carta assinada por entidades da sociedade civil, governos e setor econômico pede que os povos da Amazônia tenha acesso a energia elétrica limpa, sustentável e constante
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Grupo
de voluntários do Greenpeace participou da Feira Energia e Comunidades,
em Manaus. Eles fizeram oficinas de educação ambiental e energias
renováveis. © Marcelo Laterman / Greenpeace
Para discutir soluções definitivas e sustentáveis para o problema da falta de energia elétrica na Amazônia aconteceu, no mês passado, a Feira e Simpósio Energia e Comunidades. O evento, primeiro sobre o tema, reuniu 830 participantes em Manaus, entre lideranças indígenas e comunitárias de vários estados e países da Amazônia; representantes de governos; da academia, setor financeiros e sociedade civil.
O Greenpeace participou do evento e, junto ao comitê organizador, vem anunciar a formação de um comitê de articulação para acompanhar o encaminhamento de um plano nacional de eletrificação e desenvolvimento sustentável para comunidades em regiões remotas da Amazônia.
Com esta carta aberta (acesse aqui), o comitê se compromete em ajudar as comunidades a conquistar energia elétrica constante e renovável. As demandas apresentadas serão também encaminhadas diretamente às autoridades no tema: Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Ministério de Minas e Energia e governos da região Norte.
A Feira Energia e Comunidades mostrou que já existem soluções que, além de limpas e renováveis, são mais eficientes e baratas do que queimar combustível na floresta para gerar eletricidade. Chegou a hora do sol voltar a reinar na floresta e da fonte solar fotovoltaica ser a principal geradora de eletricidade ali. Hora de se trocar a lógica de dependência e destruição e de valorizar os povos das florestas.
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